Capítulos comentados

A maior revolução dos nossos tempos é a descoberta de que ao mudar as atitudes internas de sua mente, o ser humano pode mudar a realidade externa de sua vida.”

William James

Com este pensamento sempre atual, do médico, psicólogo e filósofo americano, criador do pragmatismo ,  final do séculoXIX, início do século XX, abro o primeiro capítulo do meu livro, O Pensamento como . (ponto) de Partida.

A ideia aqui é comentar um pouco sobre cada capítulo. O primeiro intitula-se:

Pensamento – o que nossa mente é capaz de fazer? (41 páginas)

O professor de Neuroquímica da Faculdade de Medicina da UFRGS, Iván Izquierdo, diz que somos aquilo que recordamos. Nossas memórias, de curta duração, de longa e a remota, são feitas por células nervosas e armazenadas em redes de neurônios.  A quantidade de  emoção envolvida em cada evento vivenciado é que irá determinar o surgimento destas memórias posteriormente. Quanto mais intensas as emoções forem, mais fundo ficam gravadas,  tanto as positivas como as negativas. Quando um evento semelhante ocorre, toda a rede neuronal é ativada, como que por ressonância. Isto explica porque usamos conceitos anteriores em vivências atuais, parecidas, mas diferentes, pois nosso conhecimento é sempre pautado no passado, usando a comparação.

Pensamentos são símbolos que armazenamos na memória, coloridos por emoções. Não armazenamos palavras, e sim símbolos que representam essas palavras.(pg24)

Semelhante atrai semelhante. Pessoas que não confiam nelas mesmas passam despercebidas. Elas não atraem outras porque sua mente negativa repele. Diz o ditado: quem anda com manco, acaba mancando.

O grande desafio é aprender a gerenciar o pensamento. Somos o que pensamos. Se não assumirmos o que ocupará nosso pensamento, que é sempre um processo criativo, que trará resultados, outros o farão. Aí estaremos delegando nosso poder criador a terceiros. É preciso clareza de objetivos para não perder o foco. A imaginação é um grande aliado. Comprovou-se que num embate entre razão e imaginação, a última vence.

Tudo começa no nosso pensamento. Como disse Henry Ford: se você achar que pode, está certo; se achar que não pode, também está certo.

No capítulo II  abordaremos o autoconhecimento – quem sou eu?

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