A genialidade do decidir!

“No momento em que nos comprometemos, a providência divina também se põe em movimento. Todo um fluir de acontecimentos surge ao nosso favor. Como resultado da atitude, seguem todas as formas imprevistas de coincidências, encontros e ajuda, que nenhum ser humano jamais poderia ter sonhado encontrar. Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar.  A coragem contém em si mesma, o poder, o gênio e a magia.”

   Goethe

Esta reflexão do poeta e escritor alemão, Goethe, traz uma profunda verdade. Experimente e poderá constatar sua veracidade. Eu já o fiz várias vezes e sempre funcionou. As vezes de forma discretamente perceptível, outras vezes, escancaradamente. É como se a vida, antes de nos responder,  nos exigisse um ato de fé. 

Tem a ver com nosso livre arbítrio. Temos o poder da escolha. Nada nos é imposto. Tudo é sempre uma resposta às nossas escolhas. Somos sempre responsáveis. Não saber que funciona assim, também é nossa responsabilidade, pois em algum momento deixamos de fazer nossa ‘ lição de casa ‘. Não nos empenhamos em nos auto-conhecer e às Leis que regem a natureza e o Universo. 

Primeiro precisamos saber o que buscamos. Definir. Depois focar com determinação aquilo. Passo seguinte, perseverar. Acreditar que assim será. A partir daí, o Universo realmente conspira a nosso favor e as coisas começam a se encaixar, a acontecer. Mas requer uma decisão nossa.

Quer muito algo? Decida-se, comprometa-se com a idéia. Esteja disposto a aceitar o resultado que busca. Não duvide! 

E maravilhe-se com sua conquista!

Pensamentos se transformam em coisas…

Mike Dooley enfatiza a questão, resume a Lei Universal em 3 palavras: thoughts become things!

A lei sempre existiu, como a da gravidade, mas só nos últimos anos que ela se popularizou. E cada vez mais pessoas se dão conta da sua veracidade. O poder está nas nossas mão, porque só nós podemos escolher nossos pensamentos. Não se deixe distrair por excesso de apelos externos, eles roubam sua energia e sua capacidade criativa. Se não pensar naquilo que quer, pensará no que os outros querem, e estará criando para eles.

Essa questão é abordada também no meu livro O PENSAMENTO como . ponto de PARTIDA.

Capítulos Comentados (3)

Imaginação e criatividade  (pg.73 a 86) 

“Quando tomamos a direção dos nossos sonhos, encontramos o sucesso nos momentos mais inesperados”.          Henry David Thoreau 

A curiosidade anda lado a lado com a criatividade. Esta é dinâmica, não se enquadra em conceitos fechados, senão não seria criativa.

Ela precisa habitar em pessoas ousadas, que arriscam, questionam, perguntam e procuram.

 A imaginação é irmã gêmea da criatividade. O processo de criação de imagens está nas conexões entre emoção, sensação e imagens. Não existe imagem sem uma sensação associada a ela.

IMAGEM+AÇÃO = IMAGINAÇÃO 

A imaginação, imagem em ação, é um tipo de pensamento não lógico que usa  figuras, símbolos. Ela vem do hemisfério direito do cérebro, que é espacial e intuitivo. É subjetivo. O hemisfério esquerdo é lógico, discursivo e objetivo. Nós o usamos quando nos comunicamos com os outros.

A imaginação e visualização são ferramentas poderosas de criação. Sempre as usamos, mesmo quando não nos damos conta. Usadas conscientemente podem nos conduzir exatamente para onde queremos chegar.

Um psiquiatra, Dr Gerald Epstein criou uma técnica, referida em seu livro Imagens que Curam, na década de 80.  É  um clássico da visualização. Vale a pena dar uma espiada.

A definição do que queremos é fundamental. A mente consciente elabora o programa, com clareza, foco, a mente subconsciente fará o resto. Ela irá em busca de respostas para o programa recebido. Os dois hemisférios do nosso cérebro precisam trabalhar juntos.

Ouse ser diferente.  Seja você mesmo. 

Quer saber mais um pouco sobre o assunto?  Leia o livro! 

No próximo capítulo abordaremos a questão dos Hábitos.

Mariposas da mídia?

                                                Príncipe William e sua esposa, duquesa de Cambridge
 

 Na Terra dos muitos Williams, o romantismo impera. William Shakespeare foi o grande poeta, dramaturgo e escritor inglês (século XVI) que perpetuou o amor através da literatura e do teatro. Outros Williams vieram depois, na Grã-Bretanha, para representa-lo na prática.

O último William, o príncipe, conseguiu reunir mais de um bilhão de olhares  ao redor do mundo para o evento que protagonizou junto à plebéia Kate: seu casamento.  Ela, saída do povo, filha de uma ex-aeromoça, sem sangue azul, vira duquesa e encarna o conto de fada moderno: casar com um príncipe.

Que força que tem o mito! Como pode um casamento atrair os olhares fascinados de tantos pares de olhos, inclusive os meus?

Com o auxílio da mídia conseguiram parar todo o reino com seus súditos, os originais e os de passagem, para ver, assistir, comemorar e alimentar lá no íntimo a fantasia de fazer parte daquilo tudo. E realmente fizeram. Foi, podemos dizer, um evento coletivo em grande escala. Naquele 29 de abril, 11h da manhã, horário de Greenwich, as redes sociais se personificaram: o encontro real e o virtual se fundiram formando um só, na Abadia de Westminster.

A monarquia carrega essa força de comemorar os ritos em grande estilo. Isso está impregnado no imaginário coletivo.  O brilho do evento exerceu sobre boa parte do mundo o efeito que a lâmpada exerce sobre as mariposas.  Fascínio? Identificação?  Fuga da realidade?  Talvez tudo isso e mais alguma coisa, incentivado pela mídia.  Afinal, só aqui no Brasil a audiência aumentou 48%.  E isso, significam números, e com cifras.

Mas, isso faz parte do show. Que o William e sua Kate possam viver de forma plena àquilo a que se propuseram. Ser felizes! O reino se beneficiará também.

Capítulos comentados (2)

O Pensamento como . ponto de Partida

     2 – Autoconhecimento – quem sou eu?     (pg 43 a 72)
      “Se existe uma força que aumenta a raiz da dor, ela é a recusa em aprender além do momento presente”.

Clarissa Pinkola Estés (analista junguiana)

O caminho para potencializar nossos recursos interiores é o autoconhecimento. Ele é o mapa que nos auxiliará a alcançar nosso espaço nesta viagem única pela Terra.

A secular pergunta que  intrigou os filósofos através dos tempos é sempre atual, e todos algum momento de suas vidas se deparam com ela: quem sou eu?

Existem muitas “dicas”, confabulações, sugestões, estudos e premissas sobre o assunto. Todos ou alguns deles podem se afinar com nosso momento de busca. Não existe uma resposta, aqui não se aplica a linearidade. Estamos imersos na multidimensionalidade e como tal, tudo se interliga. Percebemos conforme nossa nível de consciência. O que para um real, para o outro pode parecer “viagem”.

O importante é estarmos abertos ao aprendizado constante, sem julgar. Cada ser em si carrega o dom de ser capaz, canta Almir Satler. Poetas e artistas em geral tem uma proximidade maior com sua alma, sua intuição e ‘sacam’ melhor as coisas que vem de dentro.

A mente de cada um tem um campo elétrico que varia conforme o humor e a química cerebral,  frequências de ondas, medidas através do eletroencefalograma ou EEG. As atualmente detectadas e conhecidas são Beta, de 13a 25 Hz; Alfa de 8 a 13 Hz; Theta de 4 a 7Hz  e Delta de muito baixa frequência, de 0,5 a 4HZ.

Beta são as ondas presentes no  nosso estado de vigilia ou acordados. Alfa, quando relaxamos, usado na yoga. Nas ondas Theta, entramos em estado de sonolência, usado em induções hipnóticas, é quando nossa defesa do ego baixa e é o melhor momento para fazer as programações dos nossos objetivos. Thomas Edison gostava de fazer uso desse estado, quando tinha seus “insights”.  No estado  Delta,  dormimos profundamente ou estamos inconscientes.

Por que saber disso?

Sabendo como nosso cérebro funciona, podemos tirar proveito da melhor hora para praticar nossos programas com imagens mentais, que são ferramentas poderosas para atingir nossos objetivos de vida e cuidar melhor de nós, da nossa saúde.

O stress é responsável por boa parte das doenças em nosso organismo. Ele exaure nossa reserva de energia, altera a química corporal, responsável pelo nosso equilíbrio, baixando as defesas do corpo. O inimigo está á espreita em forma de fungos, bactérias, vírus, etc.

“ Conhecer-nos é um conjunto de atitudes. O corpo é o que manifesta os sintomas quando algo não está bem, mas antes já houve vários outros sinais mais sutis a nível mental e emocional; geralmente não prestamos mínima atenção a eles”. (pg.58)

Equilíbrio leva à harmonia e isso é saúde. As emoções tem um papel vital na nossa existência. Se não são devidamente expressas ou reconhecidas, elas ficam atuando à nível psicológico, podendo causar grandes estragos em nossa vida e das pessoas próximas. Basta olhar em volta e ver os acontecimentos noticiados diariamente. Elas são energias no corpo e precisam ser devidamente conduzidas e canalizadas. Doença é a perda da unidade.

Lembrete:  emoção e imagem se equivalem; mudando a imagem, mudamos a sensação ligada a ela. Isso você pode fazer…Hã?

Se interessou pelo assunto?    Saiba mais lendo o livro.

No próximo capítulo: Imaginação e criatividade