Sintra – Palácio da Pena



Palácio Nacional  da Pena ou Castelo da Pena, foi construído em cima das ruínas de um antigo mosteiro Jerónimo do século XVI, em 1839.  É em Portugal, mas foi idealizado por um alemão, D. Fernando II, rei-consorte de  D. Maria II, rainha de Portugal,  nascida no Brasil, filha do imperador D. Pedro I.

Acentuadamente romântico, mistura diversos estilos arquitetônicos. É muito lindo. O interior é mantido como estava quando  D.Manuel II, último rei de Portugal, sua mãe, rainha Amélia e a avó tiveram que fugir e se exilar, por ocasião do golpe que proclamou a República de Portugal, em outubro de 1910.

Em 2007 passa a ser uma das sete maravilhas de Portugal. Título mais que merecido. Um lugar que vale a pena ser visto e revisto. Eu adorei. Sintra é um local encantador.

O castelo dos Mouros, meio em ruínas, composto por extensas muralhas, e cinco torres, foi erguido por muçulmanos no século IX  e servia de posto de observação e controle. Foi igualmente adquirido e restaurado por D. Fernando II e integrado à propriedade real, no século XVIII.

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Um comentário sobre “Sintra – Palácio da Pena

  1. O Palácio Nacional da Pena é para mim o mais imposante e impressionante palácio em Portugal. É possivel rodea-lo a pé para apreciar a bela paisagem ao seu redor. Em dias claros é possivel ver Lisboa.
    Quero deixar um comentário sobre o arquiteto que juntamente com D. Fernando ll elaborou os planos de construcao do palácio. Wilhelm Ludwig Barao de Eschwege 1775-1855 natural de Hessen. Foi geólogo, geógrafo arquiteto e metalurgista alemao. Estudou na Universidade de Göttingen e Marburg. José Bonifacio de Andrade e Silva que na época residia na Quinta do Almegue, nas cercanias de Coimbra, onde era professor de metalurgia, sob a custodia do Principe Regente D. Joao vl solicitou a vinda de operários alemaes especilizados para exploracao de minas. Estes estavam sob o comando do Barao de Eschwege que de 1802 até 1810 permaneceu em Portugal como diretor de minas onde esteve á testa da fabrica de artilharia, aprestos de ferro e os canhoes para as forcas armadas portuguesas. Lutou contra os invasores franceses. A corte portuguesa tinha-se transferido para o Brasil em 1808. A pedido do Principe Regente, Eschwege veio ao Brasil em 1810 e foi encarregado do emsino das ciências da engenharia aos futuros oficiais do exército e a continuar os seus trabalhos de exploracao mineira e de metalurgia. Neste mesmo ano ele inciou em Congonhas do Campo MG os trabalhos de construcao da fábrica de ferro, denominada de “Patriótica”, já em 1811 a siderurgia produzia em escala industrial. Foi o primeiro a assinalar a presenca de manganês. Da obra escrita,publicada na Europa sobressaem “Pluto Brasilienses” (Berlin 1833) a primeira obra científica sobre a Geologia Brasileira e contribuicoes para a Orografia Brasileira em conjunto com Francisco de Borja Stocker. Eschwege também teve papel importante na estruturacao do esino nas áreas da matemática e da fisica, na Academia Militar do Rio de Janeiro, é uma das instituicoes antecessoras da atual Academia Militar de Agulhas Negras e a primeira escola de engenharia no Brasil.Devolta á Portugal o Barao de Eschwege colaborou entre 1836 e 1840 á convite de D. Fernando de Saxe-Coburgo e Gotha, rei-consorte de Portugal na elaboracao dos planos de construcao do Palácio da Pena.

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