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Escrever é materializar pensamentos…

Gosto de adotar as palavras do escritor americano R.W. Emerson – “A sinceridade é o único modo de falar e escrever que não passará jamais da moda. Escreve para um público eterno aquele que escreve para si mesmo. Apenas a palavra que haveis encontrado tentando satisfazer vossa própria curiosidade é digna de ser publicada. Somente aquele que é aproveitável obtém  proveito.”

 

Considero isso a mais profunda verdade. É uma maneira de se manter fiel a si mesmo e aquilo em que se acredita. 

Ao escrever e publicar algo, estamos emitindo uma energia, e somos responsáveis por ela. Se queremos melhorar o lugar em que vivemos, temos que escolher com consciência e discernimento o que propagamos.  A produção intelectual pode gerar tanto lixo quanto o plástico que rola a céu aberto impactando o ambiente, só que no âmbito mental.

Por isso, ao escrever algo procuro me ater a esses princípios. Emitir palavras aproveitáveis. Seja em livros, posts, contos, poesias, etc.

                                                     Ler faz bem, escolher também!

 

 

 

 

 

Por que tem um gato de costas no meu perfil do G+ ?

Achei por bem relatar uma experiência que tive há algumas semanas, a partir do meu perfil do G+. Tenho essa conta e perfil a um bom tempo, alguns anos. Uso pouco, e nem lembrava que era público.

Recebi um e-mail de uma pessoa, em inglês, supostamente americana. Começou elogiando minha foto, que me achava muito bonita e provavelmente nos conhecíamos de algum lugar.

Bem, isso pode acontecer. A gente anda por aí em outras cidades, outros países, aeroportos, etc.

Educadamente respondi e perguntei qual era o perfil dessa pessoa no Google, queria saber quem era. Disse que poderia ser possível a gente ter se  esbarrado em algum evento ou aeroporto.

Na resposta do próximo e-mail vieram duas fotos de um homem, de meia idade, bem apessoado, mas não veio o perfil do G+. Achei estranho. Continuaram os elogios (tipo massagem de ego…) e que ele já havia estado no Brasil, e queria vir novamente, e que gostaria muito de me conhecer. Que era viúvo fazia 7 anos…blá blá, blá…

Então perguntei em que cidade ele havia estado, se Rio de Janeiro, São Paulo ou outro lugar específico.  Disse que sua foto não me era estranha, mas não lembrava ninguém especifico.

Resposta evasiva. Perguntando se eu era casada, continuaram os elogios sobre minha foto, etc.

Respondi que lhe desejava sorte na próxima vinda ao Brasil, que eu era casada, e dei a entender que encerrava esse colóquio ali.

Como dias antes eu havia visto uma reportagem na TV, não recordo o canal, mas falava de uma quadrilha do exterior que estava dando golpes em mulheres aqui no pais, extorquindo dinheiro, ou facilitando a entrada na alfândega através de um convite, liguei ao fato. Algumas mulheres haviam perdido uma boa quantia, (cá para nós, haja ingenuidade, mas não  estamos aqui para julgar ninguém…) Teve inclusive nigerianos que foram presos aqui no pais, envolvidos nessa quadrilha, segundo a PF, especializada em abordar mulheres.

Logo após eu dar essa resposta encerrando esse colóquio, recebi um e-mail enorme contando uma história cheia de detalhes, que ele era francês, mas morava nos EUA, que era viúvo, que a filha de 15 anos estudava numa escola de aviação na Franca para ser piloto, que ele havia estudado em universidades americanas e inglesas, enfim, uma maravilha.

Perguntou novamente a quanto tempo eu estava solteira, (sendo que eu havia escrito que era casada) e que trabalhava com investimentos, que estava no aeroporto numa outra cidade americana esperando um pessoal de Dubai, e não tinha lido meu último e-mail… Creio que para ignorar o fato de eu estar encerrando o contato.

Aí tive certeza de se tratar  de um picareta, sem vergonha, pilantra, tentando dar o golpe.

Fui pesquisar em como descobrir o IP do remetente dessa mensagem, e a origem. Uso o Mail da Apple, não saberia como, mas na página do Gmail do Google tem como descobrir.

Bem, o primeiro e-mail veio de um computador da França. Pesquisei sobre relatos de fraude, aparecia alguma coisa. Os e-mail seguintes vieram de um PC americano. Quando fui verificar num site sobre esse IP, apareceram 247 relatos de fraudes, das mais diversas. Também deixei o meu registrado lá.

Gostaria de ter passado para a PF o ocorrido, mas não encontrei online, como.

A primeira coisa que fiz, foi entrar minha conta do G+, tirar minha foto, colocar a do meu gato, de costas, e trocar o “público”, por apenas amigo e conhecidos.

Por isso, lá esta meu gato, dando as costas …:-)

Fique com um pé atrás! Serve como alerta.

Links para adquirir Lungo – o fantasma que se veste de palavras

http://www.scortecci.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=12647&friurl=_-LUNGO–Ethel-Peisker-_

 

http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?pod=8602&friurl=_-LUNGO–Ethel-Peisker-_&kb=768#.W3S6qS3Oqb

 

http://www.amigosdolivro.com.br/2017/03/lungo-ethel-peisker.html

 

http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=8602&friurl=_-LUNGO–Ethel-Peisker-_&kb=768#.W3TBOy3Oqb9

 

https://www.amazon.com.br/Lungo-Fantasma-que-Veste-Palavras/dp/8536656573?__mk_pt_BR=ÅMÅŽÕÑ&keywords=lungo+o+fANTASMINHA&qid=1534363970&sr=8-1-fkmr1&ref=sr_1_fkmr1_1

 

http://www.portalescritor.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3099&friurl=_-LUNGO–Ethel-Peisker-_

 

https://www.martinsfontespaulista.com.br/lungo–o-fantasma-que-se-veste-de-palavras-585153.aspx/p

O Silêncio das Palavras…

 

As pessoas costumam ter dúvidas sobre o que é antologia e/ou  coletânea. Até nos dicionários há divergência sobre a diferença entre os dois termos.

De modo geral, coletânea podem ser trechos ou obras de um mesmo autor, ou de um mesmo assunto, coletadas para um fim de interesse.

Antologia costumam ser obras de diversos autores e assuntos, reunidos em uma obra ou publicação.

No caso da antologia  – O Silêncio das Palavras – da editora Scortecci, lançada para a 25a. Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2018, participo da mesma, entre diversos outros autores, com o conto A mulher que não tinha rugas.

Um pequeno trecho do conto:

“Todas ali tinham seus sinais. Muitos sinais, por sinal. Eram as marcas das suas múltiplas estradas percorridas, em busca de si mesmas. Algumas eram leves, outras, verdadeiros sulcos. Cada linha contava uma história, cada uma lembrava uma vivência. Eram por si só, um passaporte ao passado de cada uma, possibilitando re-visitar a própria história.

…Havia uma no meio que ninguém sabia o que estava fazendo ali. Ela não tinha quase sinais….”

Se curte ler, e quer dar uma espiada no livro, ele está disponível diretamente comigo, ou no site da editora Scortecci e na Livraria Iluminura, juntamente com LUNGO – o fantasma que se veste de palavras, em Sta. Cruz do Sul.

 

AS FERIDAS DA JORNADA

                                                                                                                 by @EthelP

 

                       “Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar inteira.”

                                                                                                                                                                     Cecília Meireles

 

Alguns acontecimentos da nossa vida podem nos marcar com intensidade.  São os aprendizados mais profundos e também os mais difíceis.  Provocam  feridas que levam tempo para fechar.

Esse é um período de recolhimento, de silenciar, de dar tempo para que tudo se regenere.

Fácil não é, mas necessário. Pode parecer que seu mundo parou, que nada faz sentido, que tudo é inútil.

Não é. 

É debaixo da terra, na escuridão e silencio que a semente é preparada para, quando tiver pronta, furar  a terra e finalmente deixar seus primeiros brotes surgir. Também somos natureza.

Quando passamos por esses momentos, é preciso se recolher, preservar, esperar.

Uma frase útil a dizer para nós mesmos pode ser:  EU SIGO!

Nada neste mundo permanece o mesmo ou é igual. Tudo muda o tempo todo!

 

Uma escritora americana, Ethel Williams,  disse uma frase que gosto de usar: 

“Tudo acontece sempre de novo e nunca é igual”   (Everything happens again and it’s never the same.)

 

by @EthelP

Agora é o tempo…

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“ Há tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre, à margem de nós mesmos.”
( Fernando Pessoa )

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