AS FERIDAS DA JORNADA

                                                                                                                 by @EthelP

 

                       “Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar inteira.”

                                                                                                                                                                     Cecília Meireles

 

Alguns acontecimentos da nossa vida podem nos marcar com intensidade.  São os aprendizados mais profundos e também os mais difíceis.  Provocam  feridas que levam tempo para fechar.

Esse é um período de recolhimento, de silenciar, de dar tempo para que tudo se regenere.

Fácil não é, mas necessário. Pode parecer que seu mundo parou, que nada faz sentido, que tudo é inútil.

Não é. 

É debaixo da terra, na escuridão e silencio que a semente é preparada para, quando tiver pronta, furar  a terra e finalmente deixar seus primeiros brotes surgir. Também somos natureza.

Quando passamos por esses momentos, é preciso se recolher, preservar, esperar.

Uma frase útil a dizer para nós mesmos pode ser:  EU SIGO!

Nada neste mundo permanece o mesmo ou é igual. Tudo muda o tempo todo!

 

Uma escritora americana, Ethel Williams,  disse uma frase que gosto de usar: 

“Tudo acontece sempre de novo e nunca é igual”   (Everything happens again and it’s never the same.)

 

by @EthelP

Para onde ?

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Cansado demais? Então pare. É simples assim.

A velocidade das máquinas tecnológicas não é compatível com a nossa.

O homem pode inventá-las, mas não competir com as mesmas, nem segui-las  no mesmo ritmo.

Os dois lados da moeda sempre existirão, é preciso exercitar a escolha consciente de qual deles devemos encarar. O que o mundo tecnológico nos oferece em facilidades, ele nos cobra em tempo e velocidade. Como conciliar?

Somos  apenas humanos!  Os super heróis pertencem aos filmes, jogos e desenhos animados. Mesmo que um sistema ávido por lucros tente nos dizer o contrário.  Lembram do filme Parem o Mundo eu quero descer?  É isso já faz tempo, se isso hoje fosse possível, muitos iriam aproveitar essa parada para pular, tenho certeza.

Mas existem maneiras mais simples de “pular fora”.  Um  turn off dos botões das máquinas que comandamos, a principal nosso querido handy, cel phone, smart phone, ou simplesmente celular. Esse que é o mais próximo, pois nos carrega por todos os lugares que ele quer. Exerça seu poder de escolha, seja você o dominante. Outro é a TV. Essa quer nos arrastar para mais algum lugar ou drama com o qual não temos nada a ver, então por que assistir? Desligue. Notara que conseguirá respirar melhor, dormir melhor e enxergar melhor toda a exuberância da natureza multidiversa que nos cerca.

Simples, não fácil, mas possível.

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